Brinks
É sexta-feira, puerra!

A sexta-feira em três momentos:
1- O Uruguai, como sempre, esfregando na cara do BRASIU como nosso pueblo é reacionário. O cartaz da campanha acima, de três anos atrás, é ainda BEM atual em território tapuia. Vista a carapuça.
2- Amor em forma de texto meu sobre a Tatá Werneck, no Judão, clica aqui e lê.
3- O melhor vídeo da história, logo abaixo (obviamente, trata-se de uma produção russa). É sexta, véio, bora zoar.
Melhores do ano da Nazco: VOTE AGORA!

A NAZCO quer saber o que A NAZCO publicou de melhor ao longo do ano.
E a gente sabe que VOCÊ é quem sabe, mesmo que esteja nos visitando pela primeira vez.
Nosso convite é simples: procrastine conosco, visite nossas editorias e indique seu post preferido em 2012 (até porque todos são de 2012, essencialmente porque o site foi lançado em 28 de marçao de 2012, sacou?).
Então é isso, vai clicando abaixo, vendo os posts, se emocionando, rindo, gastando tempo, e depois escreve nos COMENTÁRIOS DESTE POST os seus preferidos.
Bora? GO!

¯\_(ツ)_/¯ Cinco vídeos de demolições que deram errado
por Nícolas Vargas, editor-chefe da Nazco, fazedor de conteúdo wébico, televisivo e popular brasileiro
Simplesmente porque vídeos de demolição são das melhores coisas das interwebs online. E porque queria escrever títulos inspirados naqueles das Video Cassetadas.
No vídeo de número 1, acima, conhecemos uma orgulhosa mãe com sua filha no melhor clima de “olha que legal o trabalho da mamãe”.
O resto segue esse clima gostoso:
Dias Comemorativos
por Fernando Cury, community manager, aleatorizador e Pandão
Em 15 de agosto comemora-se o dia do… solteiro? Como assim? Todo dia é dia do solteiro! Saída do trabalho. Sexta-feira. Autonomia para ditar o próprio rumo? Só para o solteiro! Casado não. Esse tem que consultar… E diga-se de passagem: Sempre!
- Amor, o pessoal do trabalho ta querendo sair pra tomar um chopinho? Você quer vir?
- Ah, já sei! Aquela vagabunda que dá em cima de você tá lá.
- Não tem nada a ver, amor…
- Ela vai ou não estar nessa balada?
- Não é balada meu amor. E vai sim, mas… ah, deixa pra lá. To indo pra casa.
E assim vai. O solteiro é mais livre quanto a isso. Todo dia é dia do solteiro, caceta!
Já em 12 de novembro se comemora o Dia Internacional da Qualidade. Sabe o que me espanta? Além de toda a inutilidade, é “internacional”. Outro bem curioso que encontrei também é o 22 de setembro. Dia que em homenagem aos amantes. Acreditam? Nesse dia, os casais devem ter um pouco de compreensão, afinal é o “Dia do Amante”, e uma célebre data como esta não pode passar em branco. Sabem o que fiz quando descobri o Dia do Amante? Fui procurar, claro, qual era o dia do casado, pois já citei acima o solteiro, agora cito o do amante, então pensei comigo: “Pô! Casado tem que ter um dia…”. E não descobri nada sobre isso. Em minhas pesquisas científicas aprofundadas e minuciosas no Google, acabei por encontrar muitos tópicos de debates sobre esse assunto, muitos reivindicando esse dia para ser adicionado no calendário, mas ao que parece, não há nada.
Se você fizer uma pesquisa com relação aos dias comemorativos em nosso calendário, encontrará muitas variedades um tanto quanto pitorescas. Dia 26 de maio é o “Dia do Revendedor Lotérico” (???). No 24 de maio é o “Dia do Datilógrafo”, (sinceramente, ainda existem datilógrafos?). Todo 19 de julho se comemora o “Dia do Futebol”, quando sabemos que dia de futebol são quartas e domingos, com variações para as quintas e sábados. E no 20 de abril que temos o “Dia do Diplomata”, (seria o chocolate? Eu gosto e apoio comemorarmos esse…). A mulher tem dois dias, 8 de março que é o dia internacional, e 30 de abril que é o dia nacional. E gostaria de finalizar com o, não menos importante, “Dia Nacional do Livro Didático”, que realmente é muito comemorado em… Ah! Quem se importa?
Estou de fato acreditando que esse dias comemorativos no calendário são como experiências para que alguns se tornem futuramente feriados, com grandes comemorações e manifestações emocionadas. Assim, suponhamos que o 17 de junho seja oficializado como um feriado nacional… O que é comemorado em 17 de junho? Você não sabe? É o “Dia do Veterinário Militar”, ué! Então, todo ano nessa mesma data, sairiam todos os 89 veterinários militares às ruas reivindicando seus direitos perante à política injusta que rege a programação de horários e vencimentos dessa classe de trabalhadores.
O quê? Militar não reivindica? Bom, esse é um grande desperdício de oportunidade, assim como esse texto também é um grande desperdício. Aliás, hoje mesmo se comemora um dia muito especial, sabiam?
Feliz Dia Nacional do Selo, galera! \o/
Totem e tabú. Cenoura e bronze: Animismo, neurose e hegemonia bélico-industrial em He-man
por Pedro Leite, roteirista do Furo MTV, autor dePorra, Felipe e Minha Pica Por Aí
É típico de quem não tem mais o que fazer discutir sobre contradições cosmológicas e erros de continuismo em séries de televisão; o prazer que se tira disso é tão grande quanto maior for o número de canais que a pessoa tiver na TV à cabo, ou, em uma relação de proporção indireta, menor for o salário de sua empregada. Entre os temas preferidos dos adeptos de tal prática subcultural está He-man e os mestres do universo, aquele mesmo desenho animado que costumávamos assistir durante um apressado almoço antes de irmos para o colégio aprender a torturar emocionalmente uns aos outros e receber ordens supra parentais de professoras com penteados duvidosos. Em nossa ânsia pelas promessas de violência física e reafirmação ritualística do status quo religiosamente cumpridas pelo desenhos em todos os seus episódios exibidos anacronicamente e intercalados por gincanas de meninos versus meninas, que nos inebriavam a ponto de esquecermos todos nossos tabus culinários que povoavam todo o espectro nutricional, deixávamos de perceber o modelo filosófico/comportamental que nos era enfiado goela abaixo juntamente com croquetes sortidos de banana.
É de praxe que, anos depois, depois de pararmos de mijar nas calças e achar a Cláudia Raia gostosa, percebamos que He-man continha subtextos alegóricos bastante óbvios que tratavam de reforçar preconceitos e mentalidades etnocêntricas e racistas no público do Xou da Xuxa, sabidamente manso e ávido por ser pisoteado por Paquitas secundárias e realizar pactos irreversíveis com Lúcifer, o senhor das trevas. He-man, o heroi loiro com uma cruz no peito, luta para salvar o povo pobre das maldades de esqueleto, o vilão de turbante (não deixe que os fatos destruam seu modelo interpretativo). Deveríamos todos torcer para He-man pois ele personificava tudo que há de correto no mundo: é branco, cristão e nobre, ao passo que esqueleto vive dentro de um buraco, é pobre e de esquerda. Sua derrota diária tinha a função de nos certificar que a vitória de He-man era um sinal que ele era um dos escolhidos por Deus. Tal interpretação, ainda que esteja correta em linhas gerais, oferece somente um esboço da ideologia por trás deHe-man, e acaba por apontar para conclusões precipitadas e simplórias. Na verdade, He-man antecipou um mundo politicamente unilateral e reconstituiu a lógica da dominação para melhor se adequar ao mundo da razão técnica.
O príncipe e Dick Cheney
He-man, assim como a maioria dos desenhos animados, parte de um mundo perfeitamente maniqueísta; somos apresentados logo de cara aos herois (Adam, mentor, feiticeira, e Teela) e aos vilões filhos da puta (Esqueleto, Maligna, Mandíbula e Eike Batista) e não nos é dada a opção de interferir nesta escolha. He-man é o alter ego de Adam, príncipe de eternia e pessoa física. É para defender sua identidade e resolver suas contradições que He-man luta, bate, arrebenta e bota pra fuder. Seria errado, portanto, observar o comportamento e a prática de He-man para tentar entender o desenho em um nível mais profundo. Observemos Adam; plenamente satisfeito com sua vida de privilégios que apenas uma monarquia absolutista pode proporcionar, ele desfruta de uma vida repleta dos luxos e superfluosidades sem nem ao menos sentir o peso das responsabilidades do poder e da espada de Dâmocles sobre sua cabeça e ombros largos de Zélia Duncan. Eternia é um reino, um Estado legitimado pelo carisma e pela tradição de seu Rei, o pai de Adam cujo nome eu não lembro e nem vou procurar na Wikipedia. É uma sociedade moderna, no sentido que é composta por burocratas meritocráticos e tecnocratas bigodudos dispostos em uma hierarquia institucional de orgulhar Samuel Huntington. Os traços primitivos de nossa sociedade (a solidariedade mecânica e as formas primitivas de classificação) foram eliminados de Eternia, um mundo técnico e desencantado. Em suma, eternia é como a Rede Globo; o nepotismo e a pederastia são leis, mas o povo adora.
O mundo do esqueleto, por outro lado, é mostrado como uma sociedade fundalmentalmente primitiva (Não há divisão social do trabalho, não há poder organizado). O paganismo, personificado pelo crânio de bode que serve de cajado mágico da alegria para Esqueleto e de onde ele solta raios que tem de inofensivos tudo que tem de imprecisos, remonta a culturas arcaicas, adeptas do animismo, período associado analogamente à primeira infância narcisista por Freud. O pensamento mágico provém de uma crença na onipotência do pensamento na qual o mundo esclarecido de Eternia há muito deixou de acreditar. Muito pior do que muçulmano (afinal de contas, uma religião Abraônica), esqueleto é pagão e crê nas forças da natureza e na alma das coisas inanimadas como uma Enya em chamas.
He-man, assim como todo heroi televisivo e linha de bonecos da Grow que se preze, possui inúmeros ajudantes menores e mais feios do que ele. Em uma observação rápida podemos identificar uma característica comum entre todos eles: seus poderes se originam não de preceitos éticos ou destrezas sobrenaturais, mas da racionalidade técnica aplicada à indústria bélica; eles são todos inventores, soldados ou Robocops. Sua vantagem em relação aos seus equivalentes malvados não reside na pureza de seu coração ou em sua temência à Deus, como pode parecer, mas de seu maior avanço tecnológico e social em relação aos primitivos talibãs do bando do Esqueleto. Mentor, pai adotivo (assexuado) de Teela, personifica a tecnocracia de Eternia; seu nome, no original em inglês (Men-at-arms) designa seu posto, e não sua pessoa. Seu trabalho é inventar e construir armas para He-man e seus companheiros. Stratos é um ciborgue meio homem, meio mola cuja vantagem evolutiva e desvantagem social é usada para ajudar He-man a frustrar os planos de Esqueleto. Teela, antes de ser gostosa, é chefe da guarda imperial; sua luta contra as forças do mal não é nada mais do que um emprego.
No rol de capangas de Esqueleto, por outro lado, encontram-se basicamente personificações de clãs totêmicos, denotando indiscutivelmente o caráter, enfim, totêmico do mundo representado pelo vilão: Aquático (peixe), multi-garras (carangueijo), Lagartauro (lagarto), Webster (aranha), Screech (pássaro), Karg (morcego) e Stinkor (Gambá). Como não poderia deixar de ser, há também entre os vilões exemplos de xenofobia (Jitsu) e mitologias panteístas (Triclops). Dois de seus ajudantes mais próximos, no entanto, escapam a este padrão: Mandíbula tem o papel de mostrar o lado ao mesmo tempo maligno e mal sucedido do avanço científico: como um Frankeinstein, uma Quimera deformada e grotesca, ele demonstra que o homem, ou o Esqueleto, não deve brincar de Deus, ao mesmo tempo que explicita o abismo tecnológico que existe entre os dois mundos. Já Homem-fera é tudo que eternia varreu para baixo do tape da civilização: seus impulsos primitivos de erotismo e destruição servem como alegoria de um mundo regido pela natureza contraposto a um outro que a excluiu em nome da razão.
Sexo e temperamento em Eternia
Assim como todo o resto da cosmologia de He-man, o papel da mulher é bastante diferente no mundo do bem e do mal. Enquanto Maligna rivaliza com Esqueleto em maquiavelismo e levantamento de supino, sendo detentora de poderes mágicos sobrenaturais e única criatura positivamente sexualizada no reino do mal (a ponto de usar batom), no mundo de Eternia há uma cisão obrigatória entre sexo e poder, e o personagem de Maligna encontra sua equivalente em duas personagens diferentes: Teela e Feiticeira. Teela, gostosa, politicamente corretamente bem sucedida é filha de Feiticeira, imaculada, misteriosa e detentora do poder de Greyskull. As pernas de Teela, sempre convidativas a ereções precoces e banhos demorados se mostram submissas ao poder fálico constituido de He-man, que reside justamente nas mãos de feiticeira, mantendo assim o status quo intacto e livre de sutiãs queimados e beijos lésbicos no BBB. Para quem é médio o suficiente para ter lido o Código da vinci (minha desculpa foi uma madrugada presa no aeroporto) a associação clara é a de Maligna com Maria Madalena. Já Com Teela e Feiticeira, a aproximação mais direta é respectivamente com Wanessa Camargo, com seus shows na the week e parcerias com Ja rule, e Sandy e seu totalitarismo meigo de Cambuí.
O retorno do totemismo na infância
Falando na Feiticeira, ela é uma das personagens chave para entender o dilema esquizofrênico de He-man/Adam. É a ela que Adam recorre quando quer deixar de ser fraco, impotente e pálido e assumir sua persona bronzeada e fodona cuja espada cresce como uma piroca flamejante rumo ao infinito. O poder de Greyskull é essencialmente tradicional, autóctone, mágico, e sua intromissão em assunto de Estado poderia colocar Adam, cujo rabo se encontra bastante preso com trivialidades e idealizações midiáticas, em perigo. O retorno ao totemismo e ao animismo não pode ser afirmado como salvador da pátria em uma sociedade moderna e burocratizada como Eternia. Assim como acontece conosco, os impulsos destrutivos e eróticos que reprimimos em nome da ciência voltam através de neuroses; no caso, na forma de uma figura mítica e onipotente de He man. Sua filiação com o arcaico e o sobrenatural é escondida como vergonha e sua identidade secreta de personificação dessas impulsos é negada a todo custo. Todo poderio bélco de um reino tecnocrático é irrelevante diante do poder primeiro da magia de transferência, e este segredo que corrói a crença de Adam no iluminismo apenas reforça o poder de sua neurose destrutiva. A figura do Pai de Adam (cujo nome ainda não lembrei) o castra como um superego que força as manifestações do seu Id selvagem ao campo nem sempre acolhedor da porradaria, seja no esqueleto, em seus capangas ou em travestis na Rua Augusta.
Observações sobre um relato autobiográfico de um caso de paranoia flutuante
Assistindo a todas estas manifestações egoicas e ritualísticas de cima está Gorpo, que, deixando de lado a sutileza metafórica, somos nós. Frágil, inútil e impotente, Gorpo (que, caso você não sacou, é o Corpo sem corpo) serve de alivío cômico aos herois e vilões fantásticos e unidimensionais que habitam Eternia. Seu papel é o de observar, não tomar parte e, ao final de cada episódio, tirar conclusões e lições de moral para ensinar crianças manchadas de feijão o caminho do bem. Seu impulso de significar tudo, fechar cada episódio como um todo harmônico e isolado é a nossa ânsia de sentido e nossa paranoia teleológica. Tudo se justifica: a violência, a destruição da natureza, o horror, a guerra, a mentira e as Paquitas, pois tudo é parte de um sentido superior, legitimado pela vitória do bem diante do mal. Tenham cuidado com estranhos, não mintam para seus pais, não nadem depois do almoço, façam suas lições de casa, acreditem no bem e no amor que ele vai lhes proteger com seus veículos blindados e canhões de grosso calibre pois o mal, além de não ter fé, rei ou lei, baseia todo seu poder balístico em uma caveira de bode. É mais ou menos por aí.
O capitalismo é um deserto sem limonada
No vídeo a seguir, “Fata Morgana“, o holandês Frodo Kuipers explica fófis e impecavelmente o vazio e angústia de nosso estilo de vida.
Gatos, cores e foguetes: a humanidade, enfim, evoluiu
Dificuldade para exprimir a felicidade que sinto pelo fato da humanidade ter evoluído por 200 mil anos e finalmente chegar a isso. Tudo valeu a pena.
A pior banda ruim do mundo
Sempre me perguntei como seria se colocassem um mudo pra ser vocal de uma banda. Pois os meninos do Final Placement fizeram isso.
Canta junto, cara!
“Shine”
there are times when we all fall down
can’t seem to get it off the ground
you put your hope on what you do
but still feel you never get through
you know it’s hard
most of the time
but one fine day
you will find
this is your life
this is your time
it’ll be alright
you’re gonna shine
a second chance
a brand new day
don’t give up
you’ll find a way
so take a deep breath
and close your eyes
this is your life
you’re gonna shine
cause this is your life
you think the world has got you and
you can’t seem to like happy end and
it’s a one step forward two steps back
the train is running off the tracks
you know it’s hard
most of the time
but one fine day
you will find
this is your life
this is your time
it’ll be alright
you’re gonna shine
a second chance
a brand new day
don’t give up
you’ll find a way
so take a deep breath
and close your eyes
this is your life
you’re gonna shine
cause this is your life
(solo)
take it all in stride
one step at a time
cause someday you will find
the words you’re looking for
take it all in stride
one step at a time
cause someday you will find
the words you’re looking for
this is your life
this is your time
it’ll be alright
you’re gonna shine
a second chance
a brand new day
don’t give up
you’ll find a way
so take a deep breath
and close your eyes
this is your life
you’re gonna shine
cause this is your life
Super-heróis somos todos nós

A série de fotos de Eric Carter, que rendeu o livro Fallen Superheroes, traz, em situações prosaicas, beirando o ocaso, os seres maravilhosos que livram nossas caras e bundas toda vez que uma raça alienígena ou gênio do mal resolve dominar o mundo.
Divertidaça, conta ainda com a prosa maneira de Scott Allen Perry e Adam Mock.
Os segredos do universo na sabedoria de uma torrada
Mal conheci e já sou fã número um da Laura Jane Favela, uma animadora arretada de Los Angeles, Califórnia, Estadozunido. A bio dela no Vimeo é tão bacana quando a animação abaixo que, bem, só vendo pra constatar minha afirmação.
Clica.
NÃO É UM TALK SHOW – Vitor Vargas recebe Mussum Alive
Vitor Vargas recebe Mussum Alive (aka Leandro), tuiteiro classe A, blogueiro do Bebida Liberada e webcelebridade das mais queridas nestas terras.
Este não é um talk show como outro qualquer, principalmente porque não é um talk show. A ideia aqui é nada.
Fique à vontade.
NÃO É UM TALK SHOW – Vitor Vargas recebe Warley Santana
Vitor Vargas recebe Warley Santana, ator, humorista, ex-CQC, ex-O Formigueiro, carinha da Amanco e da Friboi, que atuou em mais de 40 curta-metragens.
Este não é um talk show como outro qualquer, principalmente porque não é um talk show. A ideia aqui é nada.
Fique à vontade. >> Leia mais
Os dois dias em que conheci o Millôr

por Nícolas Vargas, editor-chefe da Nazco
Millôr é o pai de todos, chamá-lo de gênio é reduzir a realidade, que, no caso dele, beirava o infinito das ideias. Declarava-se o criador do tamboréu, o Guro do Méier, um escritor sem estilo. E, de fato, como enquadrá-lo em uma coisa só, numa caixinha depositada no arquivo da combalida memória artístico-jornalística nacional? Ele é mais. >> Leia mais
NÃO É UM TALK SHOW – Vitor Vargas recebe Borbs, do Judão
por Nícolas Vargas, editor-chefe da Nazco
Vitor Vargas recebe Borbs, dono, editor-chefe, formador de quadrilha e tarado do Judão, também conhecido pela equipe como “o site que amamos”.
Não É Um Talk Show, em tempo, não é bem um programa, está mais para pílula de insanidade dissolvida no oceano das interwebs internacionais, tipo aquele perdigoto que escapa de seu espirro e vai de encontro à face da menina mais gostosa da classe. >> Leia mais
De Kate Middleton a Zooey Deschanel, ninguém resiste a uma mão pequena

A missão do One Tiny Hand no mundo é uma só: diminuir uma das mãos de celebridades em fotos.
Só isso.
Não agradeçam a mim, agradeçam a eles.
Batman e Robin correndo de qualquer merda

por Nícolas Vargas, editor-chefe da Nazco
O tumblr segue como uma benção inegável em nossas vidas e todo dia nos brinda com inutilidades, idiotices e gatos fazendo cagadas que enternecem nossos corações e nos mostram o que há de mais puro e execrável em nós, humanos. Batman Running Away From Shit, onde Batman e Robin da cultuada série dos anos 60 correm de diversas ameaças, é dessas preciosidades que aparecem e conquistam corações desavisados com muita adrenalina e aquele elã heróico que aquece o eterno adolescente que vive em nossos corações.
Enfim, é engraçado pra caralho e dá pra ficar horas escrolando essa porra. Pesquei alguns dourados nesse lago e postei abaixo. Assista de fralda. >> Leia mais
Nada tema, “Retarded Policeman” está nas ruas
por Nícolas Vargas, editor-chefe da Nazco
Na série “Retarded Policeman“, Ponce, um ator (portador da síndrome de down, vale citar), protagoniza um policial mentalmente perturbado, que vive numa caixa e pode desafiar, a qualquer momento, um civil para um duelo de armas de fogo simplesmente porque está entediado, entre outras peripécias psicóticas.
Se você não conhece as péssimas séries de um dos piores e queridos (por mim) canais do YouTube, o Mediocre Films, está na hora de ser introduzido à principal delas. >> Leia mais







































































